“Somos um círculo

Dentro de um círculo

Sem um começo e sem um fim”

 

Chegamos a mais um fim de ano e neste momento de renovação de energias decidi escrever algo para refletirmos…

Quando um círculo de mulheres pode chegar ao fim?

Conflitos constantes e atritos entre as participantes podem gerar muito stress e o rompimento inevitável, mas dentro de um contexto saudável, onde a focalizadora sabe administrar bem a dinâmica entre todas e trabalhar em cada uma seu melhor potencial dentro do círculo, ele não chega ao fim!

O ciclo de “Vida Morte Vida” está constantemente presente no interior de cada mulher,  que naturalmente projeta isso para o grupo.

Um círculo não permanece igual, é natural que ele sempre mude, que se expanda e se contraia, as novas participantes trocam experiências com as que já há um tempo estava ali e a pulsação desse útero acontece.

Participantes mais experientes de um determinado círculo de mulheres mantém todo aquele conteúdo já adquirido, mas com a sororidade e a vontade de receber novas energias aprende muito mais com as novas, e assim a pulsação se reverbera.

Um círculo de mulheres é um organismo vivo, reflexo da dinâmica da natureza.

Círculos com as mesmas dinâmicas e atividades não podem ter as mesmas respostas nem o mesmo feedback, pois a psique feminina é extremamente fluídica e intuitiva.

“Um Círculo precisa mover, precisa estar em mutação, para que ocorra o transcender de cada Mulher.” (Tamaris Fontanella)

Estas palavras que escrevo é uma mistura daquilo que eu mesma vivencio com algumas expectativas acerca de um bom círculo de mulheres, é a troca, é o receber novas energias, renovar e curar.

 

Andressa Ferreira Thome

 

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One Reply to “Divã da Rosa Rubra: Um Círculo Chega ao Fim?”

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