Menina do Dedo Verde: Calêndula

Depois de algumas semanas em crise de ansiedade e TPM, hoje decidi fazer um chá de Calêndula para acalmar os ânimos. Por ser muito agitada, adicionei um pouco de camomila e hortelã. Aproveitei que a Calêndula também é uma ótima indicação para cólicas menstruais e comecei a me prevenir dos efeitos do ciclo que esta para chegar.

Confesso que ainda não tenho muito habilidade com o cultivo de flores, então precisei comprar algumas gramas em um empório natural. O preço é semelhante ao das caixas de sachê que encontramos no mercado, rende bastante e também pode ser comprada em farmácias de manipulação. Confira algumas dicas e curiosidades sobre ela!

Nome:

Seu nome científico é Calendula officinalis, planta originária do Egito, com ciclo anual, de caule robusto e anguloso com folhas denteadas. Atinge de 20 a 50cm de altura.  A calêndula, é mais uma planta que tem lugar nos nossos jardins, existe uma extensa variedade destas plantas que florescem com as cores mais variadas, nascem em qualquer sítio desde que tenham sol e humidade, as sementes são espalhadas pelo vento e germinam com muita facilidade, esta planta tem aplicações medicinais, cosméticas, e culinárias. As flores da calêndula abrem durante o dia e fecham-se à noite, se por acaso elas não abrirem de manhã, é sinal que vai chover.

Lendas e Mitos:

Os antigos egípcios acreditavam que possuía propriedades de rejuvenescimento. Os hindus utilizavam-na para decorar altares e os persas e gregos guarneciam e aromatizavam a comida com as suas pétalas douradas. Na idade média os curandeiros aconselhavam as mulheres noivas, a cozinhar uma poção de calêndula, misturando mel e vinho branco, esfregavam o corpo com esta mistela acreditando que os futuros maridos lhes apareceriam em sonhos, se também bebiam esta mistura, acredito que o efeito seria mais do vinho do que da calêndula.

Cultivo:

A calêndula tem bom desenvolvimento em locais com alta luminosidade, principalmente onde há sol pleno. Indica-se, pelo menos, quatro horas de exposição direta aos raios solares. Adapta-se bem a diferentes climas e tolera o frio, porém, não resiste a temperaturas extremas. Para cultivo em vaso ou jardineiras, misture parte de terra comum de jardim com uma parte de terra vegetal e duas partes de composto orgânico. Regue regularmente, pois é importante mantê-lo úmido. Pode ser dia sim, dia não, mas todos os dias durante os meses mais quentes. Contudo, não pode ser encharcado, condição que apodrece as hastes e também permite o ataque de doenças fúngicas.

A adubação deve ser equilibrada, fundamental para a obtenção de plantas saudáveis e produtivas. É importante assegurar o desenvolvimento da calêndula incorporando adubação nitrogenada. A adição ao solo de nitrogênio e de fósforo, na forma de ureia e de superfosfato triplo, possibilita a obtenção de plantas mais altas e maior produção de flores. Cuidado com pragas como pulgões, ácaros-da-aranha, tripés, folha-mineiros, gafanhoto e lesmas. A calêndula também é suscetível ao ataque de vários tipos de murchas, doenças que causam a destruição da planta contaminada. Podem ainda ocorrer outras enfermidades como podridão de raiz e mofo.

Atributos:

As pétalas da calêndula dão uma cor de açafrão e um leve gosto picante ao arroz, sopas, queijo-cremes, iogurte, manteiga, omeletes, pratos com leite, pães e bolos.  Por essa razão muita gente ainda conhece a calêndula como “açafrão dos pobres”. Trata-se de uma planta de amplo uso medicinal. O chá das flores – junte 2 colheres de sopa de pétalas por cada caneca de água em água a ferver e deixe repousar durante 10 minutos – pode ajudar com úlceras, colite e outras doenças do estômago.


Também pode ser usado sobre olhos afectados com conjuntivite ou em gargarejo para as dores de garganta e combater à infecção ou ainda em bochecho para problemas de boca e gengivas infectadas. A seiva do tronco da planta ajuda a curar verrugas e calos. Para uso externo, nomeadamente queimaduras e acne, prepare uma cataplasma: espalme com as mãos ou fricione algumas folhas e flores por cima da zona afectada para ajudar a acelerar a cicatrização.

Contra-Indicação:

Não indicado uso interno em doses elevadas, podendo causar falta de apetite, náuseas e vômitos.

Fontes:
– Plantas que curam
– Plantas Medicinais
– Revista Globo Rural
– Horta Jardim na Varanda
– Faça Você Mesmo
– Portal Educação

Cíntia Carvalho

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Pertencente à mesma família das margaridas a calêndula (Calendula officinalis) é originária da Europa meridional e se relaciona intimamente com o sol.

Curiosamente, essa flor abre suas pétalas assim que o sol nasce e as fecha na hora em que ele se vai.

Aliás, seu nome é derivado de uma palavra latina – Calendae – que significa “primeiro dia de cada mês”, de onde se derivou também a palavra calendário (que, sabe-se, é baseado no ciclo solar).

Terapeuticamente, ajuda a fortalecer o sistema imunológico porque traz um “up” de alegria para nosso sistema energético aumentando a circulação periférica.

A calêndula é a erva do Perdão. É ótima para pessoas rancorosas, que têm dificuldade de perdoar, que estão sempre acumulando mágoas, que se acham injustiçadas ou tratadas com pouco caso por todos. É para quem tem constante mau humor, e vê a vida de forma linear, sem criatividade para sair dos problemas. É ótima para quem quer esquecer traumas ou lembranças infantis que incomodam cuja raiva explosiva provoca lesões no corpo físico, etérico, mental e emocional. Sua raiva age como um corrosivo.

Resgata o amor da luz solar – arquétipo paterno – reencaminhando a energia destrutiva para retecer e recriar o que o indivíduo destrói.

Remove a raiva e vai de um extremo ao outro.

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Cíntia Carvalho

Cíntia Carvalho é fotógrafa e jornalista, colunista da “Menina do Dedo Verde” e Formanda em Theaterapia. Apaixonada pelo filho Francisco, seu sonho é ser “Sal da Terra e Luz do Mundo”. Fotógrafa e jornalista (Faccamp). Atualmente é bolsista do Programa de Agentes Locais de Inovação, realizado pelo SEBRAE e o CNPq. Em sua experiência como fotógrafa cobre eventos culturais e sociais desde 2011, fez pautas fotográficas para os cadernos de cultura e turismo do Jornal da Cidade de Jundiaí. Em Jornalismo é criadora da Revista Garimpo Cultural e da agência FotoSíntese Fotografia & Jornalismo, fruto de suas experiências em jornais, assessorias de imprensa e agências de publicidade por onde passou. Uma de suas maiores conquistas foi participar do Programa Rumos Jornalismo Cultural, do Itaú Cultural. Especializações: Comunicação Organizacional, Jornalismo Cultural, Fotografia Social e de Espetáculos

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