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Sobre Arquétipos das Deusas – Devaneios da Deusa

Reencontro, Aprimoramento e Transcendência a Energia Feminina

Sobre Arquétipos das Deusas – Devaneios da Deusa

O conceito de arquétipos, do jeito que conhecemos hoje, surgiu em 1919 com o suíço Carl Gustav Jung.

Segundo ele, os arquétipos são conjuntos de “imagens primordiais” originadas de uma repetição progressiva de uma mesma experiência durante muitas gerações, armazenadas no inconsciente coletivo. Os arquétipos da Morte, do Herói e do Fora de Lei são exemplos de algumas figuras que todos nós temos no imaginário desde criança. Independente de onde fomos criados, do país que vivemos e das nossas religiões e crenças, essas imagens são muito parecidas para todos. É por isso que os arquétipos estão presentes nos mitos, lendas e contos de fadas. São eles que dão o verdadeiro significado para as estórias que passamos de geração em geração. Afinal de contas, as pessoas criam estas estórias para externar o que existe no inconsciente. Hoje os arquétipos podem ser encontrados nos filmes, na publicidade e em quase tudo que está ao nosso redor. Os arquétipos nos ajudam a satisfazer algumas de nossas principais necessidades, como a necessidade de realização, pertença, independência e estabilidade. (1)

Para Carl Gustav Jung, o inconsciente coletivo é a instância psíquica mais profunda que armazena experiências que não são nem pessoais e nem individuais, mas imagens primordiais ou arquetípicas e também os instintos, que não podem ser acessadas quando necessário, entretanto, manifestam-se em sonhos, mitos e fantasias de maneira simbólica. Por isso, no íntimo de toda mulher encontrar-se-ão as deusas. Todavia, em cada mulher, estará uma ou mais deusas ativadas e outras não, e mesmo a ativação terá suas diferenças individuais.

Em sendo assim, conhecer as deusas e seus atributos proporciona às mulheres o autoconhecimento e, também, o que está por trás de seus relacionamentos de qualquer natureza, mas principalmente no tocante aos relacionamentos afetivos. Conhecer as deusas, portanto, favorece que a mulher, além de seu autoconhecimento, compreenda seus relacionamentos com homens e mulheres, com seus pais e filhos. As deusas sempre foram solicitadas para auxiliar em alguma função, por exemplo: Atena auxiliava na reflexão sobre uma situação, é a deusa da sabedoria; Perséfone, a se estar disponível e receptiva; Hera, no desempenho dos compromissos e para ter autoconfiança; Deméter, no desenvolvimento da paciência, generosidade e tolerância; Ártemis, na constância do objetivo; Afrodite, na capacidade para o amor, na relação com o próprio corpo e Héstia, para manutenção da paz e serenidade. (2)

A coluna Devaneios da Deusa nasceu do meu trabalho em Theaterapia e todo o rol de estudos das faces arquetípicas femininas que milhares de mulheres me proporcionaram entrar em contato.

Todos os dias Perséfones, Heras, Atenas, Afrodites cruzam meu caminho e a elas sou muito grata pelo partilhar de nossas histórias e experiências.

Quer saber como surgiu Devaneios da Deusa:  Eu Ali e as Deusas também!

Bjus de Luz
NamasThea!
texto Tamaris Fontanella
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(1) Pedro Calmon (2) Jean Shinoda Bolen