Para poderem compreender melhor este Arquétipo,segue o link com conto completo: http://contosclarissapinkolaestes.blogspot.com.br/2011/03/mulher-esqueleto.html

Embora em uma análise mais superficial o conto fale sobre o encontro com o outro e questões de relacionamento, a autora cita que estes personagens são representações arquetípicas, ou seja, todos eles são elementos que estão presentes na nossa psique. A Mulher Esqueleto é a nossa Potência mais primitiva, onde por qualquer motivo fosse esta Potência foi para o fundo do mar (inconsciente)… Mas velhos ossos não dormem, e ela retorna através do anzol do distraído e inocente pescador, e trazemos essa Potência novamente à superfície das mais variadas formas que mexem com nosso emocional, reavivando sentimentos antigos que nos tiram do comodismo… E por quê isto muitas vezes nos assusta tanto? Não queremos aceitar que isso faz parte de nós, pois achamos que a nossa moral interna não aceita tal coisa, então a Mulher Esqueleto torna-se pavorosa.

Ela quer nos dizer que podemos aceitar e abraçar nossas feridas e coisas que achamos feias, pois se olharmos mais de perto com mais calma e acalenta-las é poder então estar e ser inteira. Mesmo que o pescador atacasse a Mulher Esqueleto(ou seja, o processo de negação,” não…isso não faz parte de mim, quero eliminar esse sentimento da minha vida”, ele não seria capaz de olhar o anzol e eles iriam se enrolar mais e mais, seria um processo doloroso e de difícil solução.

Permitir que sentimentos e vivências negativas sejam relembradas, é poder observar com mais carinho e aos poucos retirar os nós do anzol de crenças e preconceitos que nos impedem nos aceitar e amar.

Andressa Ferreira Thome  – Guhya Kali Thea

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