Como é delicioso apenas estar.

O prazer de se fazer e se desfazer, sem limites, sem formas.

O improvável, o infinito, movimento.

Perceba como é desgastante ser uma forma, uma máscara.

Limitada em suas próprias palavras, em seus próprios movimentos.

Mas como apenas deixar estar?

Ora, deixe-se vibrar, deixe-se pulsar.

Pulsar a essência, que é além do corpo – além até da alma.

O prazer da brincadeira de se moldar todos os dias, todos os minutos.

Como uma brincadeira de barro: você o molda, se não gosta, desfaz, se gosta, brinca mais ou pouco, até sentir que deve se desfazer.

Ora, saiba que você, por ora, está neste corpo, mas não é este corpo que te limita.

E aproveite, então, para brincar com este corpo! – E não esqueça de cuidar bem dele para que ele dure bastante e assim poder brincar o máximo com ele!

Ora, sinta! Sinta como é a conexão com tudo que a cerca. Onde vibra, onde toca, se toca. Tocar-se.

Fundir-se com o outro é tão gostoso e grandioso, se você tem para onde voltar. Por isso, esteja e deixe-se pulsar!

Conhecer-se infinita, melodia harmoniosa.

Esteja e descubra o poder de se moldar e ser muito além de máscaras.

De apenas pulsar e se movimentar por aí – neste mundo cheio de aventuras.

Eu lhe convido:

Vamos vibrar?

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