Irmandade de Thea

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Irmandade de Thea*, criada por Tamaris Fontanella, reverencia no plano físico a Teia Estelar, a Thea de Luz, de Todas as Mulheres (nossas ancestrais, nós e aquelas que virão).

Formamos uma só unidade. Nossa aliança da Irmandade de Thea é a de reconexão com o Feminino Sagrado, Cura das Feridas Sagradas Femininas, Educação e Cura pela nossa Mãe Terra e por todos os seus habitantes, e acolhimento, sustentação e representação dos trabalhos do Despertar Feminino.

Fazem parte da Irmandade de Thea do Despertar Feminino as mulheres que estão em seus processos de redescobrimento e que também já passaram por seus processos de transformação e hoje ancoram ou participam de nossos grupos, clãs, círculos e trabalhos voltados ao Reencontro do Feminino Sagrado.

Para fazer parte da Irmandade de Thea venha em três encontros e você receberá uma carteirinha de identificação pessoal, assim obterá descontos em nossas atividades e em parcerias que firmamos.

A Irmandade de Thea é angrandmothers_council-2corada pelo trabalho das Tecelãs Divinas,  uma base de egrégora de sustentação do trabalho Despertar Feminino. A ordenação das Tecelã Divinas é feita uma vez ao ano. São atribuições das Tecelãs Divinas zelar por todo o trabalho do Despertar Feminino e nossos valores.  Abençoadas pelo Conselho das Anciãs, as “Treze Mães das Tribos Originais”, representando os princípios da energia feminina manifestados nos aspectos da Mãe Terra e da Vovó Lua que zelam pelos 4 Clãs (grupos) representados pelos 4 Portais Elementais (Água, Terra, Ar e Fogo).

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* “Thea”, traduzida por si só significa Deusa. A palavra Thea também nos  liga a existência de uma Deusa Mãe pré-helênica, uma Titã. Com base em um poema de Homero, Thea foi casada com o irmão Hyperion , dando à luz Helios (o Sol), Selene (a Lua) e Eos (o Dia). Ela era uma deusa oracular e uma deidade profética de um santuário na região de Phtiotis na Tessália.

Porém, em meus aprofundamentos e contatos, a palavra Thea me direcionou ao termo grego ligado a área da Tealogia atribuído por Valerie Saving e Isaac Bonewits (1976),  que se aprofunda especialmente no estudo da Deusa em “The Changing of the Gods” (Noemi Golderg, 1979) como produções intelectuais sobre a natureza da Deusa e suas relações com o mundo em geral e os seres humanos em particular. Outros estudiosos como Carol P. Christi, Rita Nakashima Brock, Ursula King, Charlotte Caron, Melissa Raphael, Kerry Kelly Novick e Jack Novick (Author) dissertaram sobre o tema aprofundando a ligação da deusa ancestral a mulher contemporânea e sua atuação no contexto de mudança da essência da mulher.

Segundo a etimologia, terapia, do Latim THERAPIA, do Grego THERAPEIA, do verbo THERAPEUEIN, significa tratar, curar. Este termo está bem presente no universo da psicoterapia e na própria palavra. Terapia, terapeuta, vínculo/aliança/relação terapêutica.

“Por mim,  Tamaris Fontanella,  THEATERAPIA é a história, a sacralidade, a resignificação, a transcendência e a reverência por toda a energia feminina em sua pulsação bio-psico-socio-espiritual. Thea é a Teia, tecida por todas as mulheres (Tecelãs Divinas) que vieram antes de nós e virão depois de nós e assim compõem a Irmandade Thea.”

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