Rapés Despertar Feminino

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Descrição

Desde a aparição da Mulher Búfalo Branco para os nativos norte-americanos, o TABACO é considerado uma planta que traz claridade. Ele é o totem vegetal da Direção Leste, do Elemento Fogo. Quando o tabaco é utilizado espiritualmente, traz purificação, centramento, transforma energias negativas em positivas, serve de mensageiro.

O Rapé faz parte da cultura indígena e ancestral em nossa floresta, sendo utilizado por muitas tribos e também pelos ribeirinhos e caboclos da floresta. É feito com  tabaco e cinzas de certas árvores sagradas, e as vezes também algumas sementes, cascas, raízes e folhas.

É uma ferramenta poder espiritual. Costuma-se dizer que o rapé nos conecta à energia da Floresta e dos Espíritos Encantados que nela habitam.

Nosso rapés são produzidos por Mulheres em plenos Solstícios! Em um momento de consagração ao fogo sagrado e com a energia da Natureza em toda a sua expansão de luz!

Rapé Afrodite

Com a energia da Deusa Afrodite evoca a transformação, simbolizando o poder transformativo e criativo do amor.

O rapé é uma tradição cultural e espiritual dos povos indígenas. Ele é usado como consagração nos trabalhos espirituais, autoconhecimento e transcendência.

Feito com TSUNU, CANELA e ROSAS.

A paixão entre humanos e deuses esteve presente na mitologia, criando desde guerras até as mais belas flores, como a rosa vermelha que nasceu da paixão da deusa Afrodite por Adônis. Os dois viveram um amor tão intenso que causou a inveja e a fúria. Ares, deus da guerra e amante de Afrodite, enciumado, resolveu enviar um javali para atacar Adônis com um golpe mortal. Ao tentar socorrer seu amado, Afrodite se feriu nos espinhos das rosas brancas do local e seu sangue as tingiu de vermelho. Nasceu aí a rosa vermelha. A paixão do casal, porém, perpetuou. No submundo de Hades, Adônis despertou também o amor de Perséfone, deusa dos infernos, causando discórdia entre ela e Afrodite. As deusas tentaram de várias formas dividir o amor do rapaz, mas somente a intervenção de Zeus pôs fim às brigas. Ficou definido que Adônis passaria quatro meses livre, quatro meses com Afrodite e os quatro meses restantes com Perséfone. Assim, ele se tornou a divindade da vegetação: morria no inverno, quando descia ao submundo, e renascia na primavera, quando se juntava à Afrodite. Por isso, na primavera, Afrodite espalha pelo mundo as rosas vermelhas que, desde então, passaram a ser símbolo de regeneração e paixão intensa. Não à toa, até hoje, símbolo máximo de presente entre os apaixonados.

COMPOSIÇÃO: Cinnamomum verum (Canela) Nicotiana tabacum – Tabaco não industrializado, e sim o Tabaco Xamânico, uma planta ancestral), Platycyamus regneli (Pau Pereira/Tsunu), Rosa L. 

PRINCÍPIO ATIVO: Ácido Gálico, Cynamaadeido, Pereirina, Potássio, Taninos.

potinho com 10 gramas

 

Rapé Loba

 

Com a energia do Clã das Lobas evoca a medicina da Loba que promove o despertar e equilíbrio de nossa natureza criadora selvagem para relacionamentos saudáveis, transpor os nossos medos e nos religar diretamente a força da Lua Cheia.

Desempenha um aprendizado em nosso papel de adivinhas, curandeiras e conselheiras.

O rapé é uma tradição cultural e espiritual dos povos indígenas. Ele é usado como consagração nos trabalhos espirituais, autoconhecimento e transcendência.

COMPOSIÇÃO: Anandathera Peregrina (Paricá/Angico) Cumarina (Imburana), Nicotiana tabacum (Tabaco não industrializado, e sim o Tabaco Xamânico, uma planta ancestral.)

PRINCÍPIO ATIVO: Bufotenina, Cumarina, Dimetriltriptamina e Tripsina.

Potinhos com 10 gramas

Rapé Matriarcas

 

Com a energia do Clã das Matriarcas evoca a medicina da tartaruga que promove estabilidade, perseverança, resistência, paciência, conhecimento ancestral, sabedoria e proteção.

Rapé da força da  longevidade e da ligação com a Mãe-Terra, o perdão e compaixão, resguardado no coração das mulheres.

O rapé é uma tradição cultural e espiritual dos povos indígenas. Ele é usado como consagração nos trabalhos espirituais, autoconhecimento e transcendência.

A JUREMA SAGRADA é uma árvore muito conhecida no nordeste brasileiro. É desta planta que se origina o famoso “Vinho da Jurema”, citado até na obra “Iracema”, de José de Alencar. É usada nos rituais do Catimbó e pajelanças. Trabalha o Eu Oculto, libera os véus do lado sombra que todos nós temos nos trazendo a compreensão de nossa personalidade, da nossa totalidade quanto seres de luz. Atua principalmente nos bloqueios do corpo físico. Promove uma desintoxicação profunda em todos os órgãos e vísceras, bem como depura e equilibra os níveis de açúcar e gordura no sangue. Expulsa toxinas é vermífuga e aumenta a imunidade. Promove valiosas descobertas acerca de si mesmo e da origem dos males que se instalaram no corpo, bem como ajuda a despertar, de uma forma acolhedora, uma poderosa conexão de amor e gratidão com o Criador.

A CANELA  promove meditação, defesa, criatividade, visão, poder, proteção, projeção astral, saúde, cura, amor, dinheiro, prosperidade, purificação, energia.

COMPOSIÇÃO: Cinnamomum verum (Canela)Mimosa hostilis (Jurema Preta), Nicotiana tabacum – Tabaco não industrializado, e sim o Tabaco Xamânico, uma planta ancestral.)

PRINCÍPIO ATIVO: Cynamaadeido, Cumarina e Dimetriltriptamina

potinhos com 10 gramas

Informação adicional

Peso 15 g
Dimensões 15 × 10 × 5 cm
Feitio

Afrodite, Loba, Matriarcas

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