A ressurreição da Mulher Selvagem: La loba

La Loba vem contribuindo cada vez mais com a ressurreição da Mulher Selvagem! Ahhh .. as histórias …


As histórias são bálsamos medicinais. Elas têm uma força!

Não exigem que se faça nada, que se seja nada, que se aja de nenhum modo — basta que prestemos atenção.

A cura para qualquer dano ou para resgatar algum impulso psíquico perdido está nas histórias.

Elas suscitam interesse, tristeza, perguntas, anseios e compreensões que fazem aflorar o arquétipo, nesse caso o da Mulher Selvagem.


As histórias conferem movimento à nossa vida interior, e isso tem importância especial nos casos em que a vida interior está assustada, presa ou encurralada.

As histórias lubrificam as engrenagens, fazem correr a adrenalina, mostram-nos a saída e, apesar das dificuldades, abrem para nós portas amplas em paredes anteriormente fechadas, aberturas que nos levam à terra dos sonhos, que conduzem ao amor e ao aprendizado, que nos devolvem à nossa verdadeira vida de mulheres selvagens e sagazes.

Assim, para promover nosso relacionamento de intimidade com a natureza instintiva, seria de grande ajuda se compreendêssemos as histórias como se estivéssemos dentro delas, em vez de as encararmos como se elas fossem alheias a nós. Penetramos numa história pela porta da escuta interior.

Osso a osso, fio a fio de cabelo, a Mulher Selvagem vem voltando. Através de sonhos noturnos, de acontecimentos mal compreendidos e parcialmente esquecidos, a Mulher Selvagem vem chegando. Ela volta através das histórias.

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La Loba

Existe uma velha que vive num lugar oculto de que todos sabem, mas que poucos já viram.

Como nos contos de fadas da Europa oriental, ela parece esperar que cheguem até ali pessoas que se perderam, que estão vagueando ou à procura de algo.


Ela é circunspecta, quase sempre cabeluda e invariavelmente gorda, e demonstra especialmente querer evitar a maioria das pessoas. Ela sabe crocitar e cacarejar, apresentando geralmente mais sons animais do que humanos.


Dizem que ela vive entre os declives de granito decomposto no território dos índios tarahumara.

Dizem que está enterrada na periferia de Phoenix perto de um poço.

Dizem que foi vista viajando para o sul, para o Monte Alban3 num carro incendiado com a janela traseira arrancada. Dizem que fica parada na estrada perto de El Paso, que pega carona aleatoriamente com caminhoneiros até Morelia, México, ou que foi vista indo para a feira acima de Oaxaca, com galhos de lenha de estranhos formatos nas costas.

Ela é conhecida por muitos nomes: La Huesera, a Mulher dos Ossos; La Trapera, a Trapeira; e La Loba, a Mulher-lobo.

O único trabalho de La Loba é o de recolher ossos.

Sabe-se que ela recolhe e conserva especialmente o que corre o risco de se perder para o mundo.

Sua caverna é cheia dos ossos de todos os tipos de criaturas do deserto: o veado, a cascavel, o corvo. Dizem, porém, que sua especialidade reside nos lobos.


Ela se arrasta sorrateira e esquadrinha as montanhas e os arroios, leitos secos de rios, à procura de ossos de lobos e, quando consegue reunir um esqueleto inteiro, quando o último osso está no lugar e a bela escultura branca da criatura está disposta à sua frente, ela senta junto ao fogo e pensa na canção que irá cantar.

Quando se decide, ela se levanta e aproxima-se da criatura, ergue seus braços sobre o esqueleto e começa a cantar.

É aí que os ossos das costelas e das pernas do lobo começam a se forrar de carne, e que a criatura começa a se cobrir de pêlos.

La Loba canta um pouco mais, e uma proporção maior da criatura ganha vida. Seu rabo forma uma curva para cima, forte e desgrenhado.
La Loba canta mais, e a criatura-lobo começa a respirar.
E La Loba ainda canta, com tanta intensidade que o chão do deserto estremece, e enquanto canta, o lobo abre os olhos, dá um salto e sai correndo pelo desfiladeiro.


Em algum ponto da corrida, quer pela velocidade, por atravessar um rio respingando água, quer pela incidência de um raio de sol ou de luar sobre seu flanco, o lobo de repente é transformado numa mulher que ri e corre livre na direção do horizonte.
Por isso, diz-se que, se você estiver perambulando pelo deserto, por volta do pôr-do-sol, e quem sabe esteja um pouco perdido, cansado, sem dúvida você tem sorte, porque La Loba pode simpatizar com você e lhe ensinar algo — algo da alma.


La Loba com “As Clarissas”

Todos nós começamos como um feixe de ossos perdido em algum ponto num deserto, um esqueleto desmantelado que jaz debaixo da areia.

É nossa responsabilidade recuperar suas partes.


Trata-se de um processo laborioso que é mais bem executado quando as sombras estão exatamente numa certa posição, porque exige muita atenção da Mulher Selvagem.

La Loba indica o que devemos procurar — a indestrutível força da vida, os ossos.

É um conto de ressurreição acerca do vínculo do mundo subterrâneo com a Mulher Selvagem.

Na história, La Loba canta sobre os ossos que reuniu.


Cantar significa usar a voz da alma.

Significa sussurrar a verdade do poder e da necessidade de cada um, soprar alma sobre aquilo que está doente ou precisando de restauração.


Isso se realiza por meio de um mergulho no ponto mais profundo do amor e do sentimento, até que nosso desejo de vínculo com o Self selvagem transborde, e em seguida com a expressão da nossa alma a partir desse estado de espírito. Isso é cantar sobre os ossos.

O símbolo da Velha é uma das personificações arquetípicas mais disseminadas no mundo, por isso é extremamente para o conto do self da Mulher Selvagem.

No mito e seja pelo nome que for, La Loba conhece o passado pessoal e o passado remoto pois ela vem sobrevivendo pelas gerações afora e é mais velha do que o tempo.

Ela é a memória arquivada das intenções femininas. Ela preserva a tradição feminina.

Seus bigodes pressentem o futuro; ela tem o olho opaco e sagaz da velha; ela viaja simultaneamente para frente e para trás no tempo, equilibrando um lado com a dança que realiza com o outro.


La Loba, a velha. Aquela Que Sabe, está dentro de nós.

Ela viceja na mais profunda alma-psique das mulheres, a antiga e vital Mulher Selvagem.

A história de La Loba descreve sua casa como aquele lugar no tempo no qual o espírito das mulheres e o espírito dos lobos se encontram — o lugar onde a mente e os instintos se misturam, onde a vida profunda da mulher embasa sua vida rotineira.

É o ponto onde o Eu e o Tu se beijam, o lugar onde as mulheres correm com os lobos.

Essa velha está entre os universos da racionalidade e do mito.

Ela é a articulação com a qual esses dois mundos giram.

Esse espaço entre os mundos é aquele lugar inexplicável que todas reconhecemos uma vez que passamos por ele, porém suas nuanças se esvaem e têm a forma alterada se quisermos defini-las, a não ser quando recorremos à poesia, à música, à dança… ou às histórias.


Embora ela possa assumir muitos disfarces nos nossos sonhos e experiências criativas, ela não pertence à camada da mãe, da virgem, da mulher medial, nem da criança interior.

Ela não é a rainha, a amazona, a amada, a vidente.

Ela é só o que é. Chamem-na de La Que Sabé, Aquela Que Sabe; chamem-na de Mulher Selvagem, de La Loba, chamem-na pelos seus nomes nobres ou pelos seus nomes humildes; chamem-na pelos seus nomes mais novos ou mais antigos; ela continua sendo apenas o que é.


A Mulher Selvagem como arquétipo é uma força inimitável e inefável que traz para a humanidade um abundante repertório de ideias, imagens e particularidades. O arquétipo existe por toda a parte e, no entanto, não é visível no sentido comum da palavra. O que pode ser visto dele no escuro não é visível à luz do dia.

Cada mulher tem acesso potencial ao Rio Abajo Rio, esse rio por baixo do rio.

Ela chega até ele através da meditação profunda, da dança, da arte de escrever, de pintar, de rezar, de cantar, de tamborilar, da imaginação ativa ou de qualquer atividade que exija uma intensa alteração da consciência.

Uma mulher chega a esse mundo-entre-mundos através de anseios e da busca de algo que ela vê apenas com o cantinho dos olhos: esse é o instinto da Mulher Selvagem!

Até a próxima querida Mulher Selvagem!

Aulllllllllllllllllll

Tamaris Fontanella

O que você faz hoje influencia suas descendentes no futuro

Vamos admitir. Nós, mulheres, estamos construindo uma terra natal; cada uma com seu próprio lote de terra extraída de uma noite de sonhos, um dia de trabalho.

Estamos espalhando essa terra em círculos cada vez mais amplos, bem devagar.

Um dia, ela será uma terra contínua, uma terra ressuscitada de volta dos mortos. Mundo de la Madre, a terra natal psíquica, que coexiste e é equivalente em todos os mundos.

É um mundo feito da nossa vida, dos nossos gritos, do nosso riso, dos nossos ossos.

 

 

É um mundo que vale a pena criar, no qual vale a pena viver; um mundo em que predomina uma sanidade honesta e selvagem

Tenhamos em mente que não se pode esconder o que há de melhor.

A meditação, a instrução, todas as análises de sonhos, todo o conhecimento dos verdes campos divinos não têm nenhum valor se forem guardados para a própria pessoa ou para uma dúzia de escolhidos.

Portanto, apareça. Apareça, onde quer que esteja.

Deixe pegadas fundas porque você pode fazer isso.

Seja a velha na cadeira de balanço que embala uma ideia até que ela volte a remoçar.

Tenha a coragem e a paciência da mulher na história do urso da meia-lua, que aprende a ver além da ilusão.

Não se distraia queimando fósforos e fantasias como a pequena menina dos fósforos.

Não desista até encontrar a família à qual pertence, como o patinho feio.

Despolua o rio criativo para que La Llorona encontre o que lhe pertence.

Como a donzela sem mãos, deixe que o coração paciente a guie floresta afora.

Como La Loba, colha os ossos dos valores perdidos e cante para devolvê-los à vida.

Perdoe tanto quanto puder, esqueça um pouco e crie muito.

O que você faz hoje influencia suas descendentes no futuro.

As filhas das filhas das suas filhas irão provavelmente lembrar-se de você e, o que é mais importante, seguir seu exemplo.

Clarissa Pinkola Estés Mulheres que correm com os lobos

 

Originally posted 2020-04-03 10:39:43.

Amadurecendo a Natureza Ingênua

A natureza ingênua começa a amadurecer, quando possa a questionar.

“O que está por trás do visível?
O que faz com que aquela sombra cresça na parede?”

A natureza jovem e ingênua começa a compreender que, se existe algo de secreto, se existe algo de sombrio, se existe algo de proibido, é preciso que ele seja examinado.


Somos ingênuas em todos os começos de nossas jornadas.

Mas, chega um momento em que a ilusão, o sonho encantado, precisa tomar forma e seguir uma direção para alcançar o seu propósito. E daí, é hora de crescer!

O que permeia esse crescimento não é nada fácil. Temos que deixar para trás uma mulher sonhadora e tomar rédeas de muitas de nossas limitações e dominar muitos medos.

Aquelas que quiserem desenvolver a consciência perseguem tudo que fica por trás do que é facilmente observável: o gorjeio invisível, a janela suja, a porta que range, uma fresta de luz por baixo da soleira. Elas perseguem esses mistérios até que a substância da questão lhes seja revelada.

 

Porém, a única forma de crescer e voltar-se a si mesma e encontrar uma potência interior que direciona seus caminhos para seus objetivos.


A capacidade de suportar o que se vê é a visão vital que faz com que a mulher volte a sua natureza profunda, para ali receber sustentação em todos os pensamentos, sentimentos e atos.


 

🌺Despertar Feminino 🌿 Tamaris Fontanella 🌺


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Originally posted 2020-01-25 10:37:03.

Mulher Sevagem: Só por hoje Uive! | Café com Tata Yaga

Mulher Selvagem: Só por hoje sua essência verdadeira ocupou esse mundo?

Conforme você mergulha no Feminino Sagrado vai aprofundando na sua compreensão do que é Ser Mulher.

No começo é algo que formiga dentro do peito. Uma sensação, assim, que é até engraçada, mas que com o tempo pode se tornar incômoda.

Porque incomoda?

 

 

 

Temos tantas referências do que é ser mulher: referências familiares que nos foram dadas, mulher próximas que foram se revelando pra gente e o que nos é dado do social, das mídias, que vão invadindo as referências reais, aquelas que estão ao nosso redor.

Esse incomodo vai aumentando até que somos convidadas a mergulhar mais profundo em nossos valores, numa descoberta, posso dizer até minuciosa de nós mesmas.

Esse convite de se descobrir, descobrir a verdade do seu ser, lá no primeiro momento é lindo!

Mas, ao irmos revelando camadas e mais camadas, aqueles aspectos sombrios (as nossas sombras) e tudo que negligenciamos em nós mesmas vai ficando mais nítido.

 

Não é fácil encarar a verdade de si mesma!

 

Descobrimos muita coisa que não é nossa, não faz parte da nossa essência, e o porquê fomos carregando essa bagagem por muito tempo.

Algumas de nós se deprimi, outras tiram forças e lutam contra si mesma e algumas, pena que poucas, percebem que essa formiguinha lá no peito é uma chama, um chamado para uma mudança real.

Quando acolhemos esse chamado estamos prontas para fazer um retorno ao nosso lar curador.

Essa chama, há muito adormecida,  te convida a explorar regiões profundas, rumo ao encontro de uma fêmea sagrada, selvagem, que sabe vai descobrir o que quer.

A cada mergulho, que faz dentro de si você, promove descobrir quais são suas reais aspirações, o que gosta ou o que não gosta de verdade. Descobre que caminho deseja tomar, fazendo escolhas cada vez mais conscientes do que quer em sua vida.

 

Vai descobrir que dentro de si não tem uma verdade absoluta, que a cada dia você é uma nova criatura.

Porque a cada dia você é uma nova mulher!

 

Muitas vezes, por sentimos medo dessa criatura (mutante, cíclica, instável) que está para surgir, queremos amordaçá-la e trancafia-la no porão da nossa alma como há muito tempo viemos fazendo.

 

Mas por que fazemos isso? Parece ilógico querer trancar essa nova mulher, impedir que ela venha à tona.

 

Você está num caminho de autodescobrimento para viver a verdade de seu ser e se sabota?

 

Fomos muito tempo condicionadas e doutrinadas a agradar ao outro.

Esse medo de alguém não gostar de nós, de alguém nos rejeitar, é enorme!

Aprendemos ferramentas que nos tornam aceitáveis por muitas pessoas, poderes mágicos que alimentam as nossas relações, e a gente vai lutar para não modificar o que conquistamos.

 

Lutamos pelo simples fato do medo da rejeição.

Só que quando fazemos isso: calamos nossa Voz Autêntica.

 

Escutar o uivo da sua mulher selvagem, dessa fêmea sagrada dentro de si, é escutar a sua verdade, a voz da sua alma, e isso é a Voz Autêntica.

Quando convido mulheres em um círculo a uivar, colocar o som para fora, elas o fazem com prazer e terminam a prática com uma luz incrível que resplandece de seus sorrisos. Por que?

Porque trazem a força, a coragem, a liberdade que há dentro de si mesmas, soltando a sua voz, para ocupar o espaço que é seu, dentro do grupo, dentro dessa matilha de mulheres que estão mergulhando na verdade do seu ser.

Ali há uma espécie de permissão, porque cada uma das mulheres presentes sabe que não é fácil, mas todas elas se colocaram à disposição de libertar aquela criatura que tem medo da rejeição.

 

Hoje eu te convido para revisitar alguns porões, aqueles que impedem de uivar na vida.

 

Como lá no conto do Barba Azul, do livro mulheres que correm com os lobos de Clarissa Pinkola Estés, vamos olhar para algumas portas, perceber o que pode estar por detrás delas.

E depois, assim, com mais segurança, você pode pegar a chave e abrir cada uma das portas, no momento certo, para adentrar, encontrar a criatura que lá se esconde, e juntas saírem desse espaço para o mundo real.

 

Por que diz ”sim” quando quer falar ”não”?
E muitas vezes ”não” quando quer o ”sim”?

Por que deixa de fazer tantas coisas por medo de ”não ser boa o bastante”?

Por que buscar no outro a aceitação que você ainda não se deu?

 

O caminho para dar esse uivo repleto de autenticidade é um só: ame-se.

O amor acontece na escuta que promove o acolhimento.

E quando a chama de autoconhecimento se acendei aí você já está nesse caminho de se acolher.

Então, alguns passos já foram dados e o caminho para encontrar sua mulher selvagem, a verdade de si está mais fácil.

Seja sua melhor amiga, sua mãe quando precisa de colo, sua sábia quando precisa de um conselho mais firme. Entregue a si mesma o carinho, a escuta, o afeto que tanto entrega para pessoas que você ama.

Isso é amor!

 

Ame-se para que esse amor transborde do seu peito, para que liberte sua essência do medo, para que depois doe esse amor e luz ao mundo.

Só por hoje: Uive!

Uivos de Luz

Tamaris Fontanella

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Ao olhar em meus olhos você, ela, eu, todas nós

Eu sou uma mulher selvagem.
Eu sei, apesar de tudo que já me disseram
ou da forma que tentaram me dominar
nunca irei deixar me domesticar.

Eu sou uma mulher selvagem.
Eu aprendi, o que significa ser um portadora de vida, do ventre à mente, da mente ao mundo, do mundo ao Todo, do Todo ao fogo do meu coração.
Para criar arte
Para plantar sementes de amor
Para respirar estrelas
Para expirar uma pequenina flor.

Eu sou uma mulher selvagem.
Da lama da sola dos meus pés
Da sujeira por baixo das minhas unhas
Das cicatrizes de minha alma
Eu sou una com a terra
E bailo no sussurro dos ventos nas quatro direções sagradas.

Eu sou uma mulher selvagem.
E o espírito de todas as mulheres selvagens estão em mim
Que o chão estremeça com nossas quatro patas!
Que o uivo se alastre de nossos corações!
E ao olhar em meus olhos você reconheça a energia instintiva minha, dela, ela, eu, todas nós.


🌺Despertar Feminino 🌿 Tamaris Fontanella 🌺
Partilhas da Jornada Traga seu Amor de Volta em 21 Dias

Postagem original de 01/03/2020⠀
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